15 de dezembro de 2014
Ah, se meu fusca falasse!
26 de novembro de 2014
Do meu sorriso bobo...
“Oi amor,Você tem diante dos olhos uma Olivetti Lettera 82 fabricada entre 1981 e 1984. Nossa... Nem dá pra imaginar quantas histórias já foram contadas através das teclas desta incrível raridade amarela, que agora é sua e está funcionando perfeitamente, acredita? Espero que goste, pois não foi nada fácil encontrá-la. Converti todo meu amor em força de vontade para conseguir uma dessas para você e detalhe, na sua cor favorita, o que dificultou ainda mais a minha busca. Porque eu fiz tudo isso? Não é óbvio? Faço qualquer coisa para ver estampada em seu rosto, aquela expressão boba que eu adoro, de criança quando ganha um doce, arregalando os olhos brilhantes e dando um demorado sorriso largo. Te amo muito, obrigada por fazer meus dias mais felizes. Ps: A ideia era ter escrito esse bilhete na máquina, mas como não consegui, foi assim mesmo rsrs".
6 de agosto de 2014
O melhor de mim é você
...Quando eu vejo você, sinto você é meu sol.
Sei que você é meu sol, saiba você é meu sol"
12 de março de 2012
Vamos fazer um filme?
E se eu disser que não tenho medo, é certo que minto. Há aquele costumeiro embrulho no estomago, amante dos corações covardes, queimando-me por dentro e trazendo um gosto travoso à minha boca enquanto penso. E eu penso muito, sabe? Nunca perdi essa mania de refletir, tentar ver além, imaginar, criar cenas subseqüentes em minha cabeça, cenas sem roteiro definido, ou que talvez, eu não saiba fechá-las com sentido.
Então meu bem, vamos fazer um filme? O cenário pode ser aquelas quatro paredes verdes, um teclado no canto esquerdo , logo que adentramos ao “set”. Um violão (ou dois) dispostos lado a lado, como que simbolizando a união de dois corpos desenhados na mesma fôrma, um sofá, defronte a uma TV onde pararemos sempre aos fins de tarde para conversarmos sobre o nosso dia, que quase sempre, terá sido cansativo, enfadonho, estafante. Até o momento em que, deitadas ali, o balanço final ganhará aquele direito ao suspiro dos aliviados, o “ufa” sagrado de quem encontrou paz em meio ao caos cotidiano.
E o tempo, só para não nos deixar cair no marasmo dos filmes chatos, irá correr, sempre implacável, só pra gente aprender a valorizar cada segundo do nosso filme, que pode sim, ter um final feliz.
"Eu encontrei-a e quis duvidar, tanto clichê, deve não ser..."
30 de dezembro de 2011
2007.1 e meio
Na dúvida se ia esquecer ou não de algo resolvi escrever tudo que pensei em falar para vocês, sei que pode parecer piegas e que corro o risco de não lembrar de tudo o que aconteceu nestes quatro anos. Direi então o que não quero esquecer... das vezes que entramos dentro do carro com o Mário e saímos pelas ruas da cidade sorrindo, conversando, procurando um lugar que nos coubesse, que suportasse o nosso gerúndio tão visível.
A água de coco parecia uma fonte a jorrar, enquanto havia tantas histórias a serem contadas ali perto do vendedor um “velho chato e reclamão”. O por do sol não era o mesmo, tinha o brilho do nosso sorriso, de lágrimas, e do sentimento de que aquele momento durasse mais, muito mais. E por isso, registramos tudo com a digital. É porque somos egoístas, queremos tudo só para nós.
Ah! E se pudéssemos ter guardado os nossos pensamentos?! Veríamos quantas vezes nos magoamos, porque esquecemos uma data de aniversário; chegamos atrasados a um compromisso (ou não aparecemos nem ligamos avisando); não entramos no msn na hora combinada para fazer os últimos acertos do trabalho que seria entregue no dia seguinte. Ufa! Como crianças fomos aprendendo com a repetição.
Gente, também não quero esquecer-me das viagens que juntos fizemos, do ônibus lotado ao som dos mais variados ritmos. E da chegada ao nosso destino que só acontecia quando voltávamos para as nossas casas. Foi tudo tão intenso!!! Alguém sempre se separava do grupo, se “emburrava”, se perdia pela lagoa. Alguém sempre chegava depois da meia noite pedindo 10 emprestado para pagar um táxi... Alguém sempre vacilava e perdia dinheiro ou sofria o infortúnio de ser assaltado ou roubado. Acontece.
Tudo valeu muito: as visitas às aldeias, à CCPJ, ao hospital infantil, à vila João XXIII e tantos outros lugares. Em nossa cidade fomos aos quatro, cinco, seis... cantos. Na capital deixamos nosso rastro, nossos colchões na casa dos que nos hospedaram, também deixamos restos de pizza em apartamentos alugados... alagados (ninguém percebeu mas a torneira ficou aberta).
No Brasil fomos de norte a sul, leste a oeste divulgando ideias, pensamentos por meio de artigos, resultados de pesquisas. Tudo começou no cemitério, “tério-tério-tério”. Um paradoxo? Talvez! Começamos pela morte e descobrimos tanta (s) vida(s). Descobrimos nós mesmos, túmulos e jazigos de entes queridos.
Parecia que já tínhamos ido longe demais. Mas, alguns resolveram voar para mais longe das fronteiras para respirar novos ares. Enquanto escrevo penso que minhas palavras não lhes são alheias. Seria esta uma conversa cheia de piadas internas? Eu heim, que grupo fechado! Mas claro, circuito aberto a luz não acende. E luz é essencial! Brilhemos sempre!
Vocês marcaram demais a minha vida e por isso quero agradecer por terem permitido que eu estivesse ao lado de vocês em momentos tão importantes de suas vidas. Momentos que celebravam a vida, outros que delas se despediam. Momentos de festa, de véu e grinalda, de noivo esporado, de noiva que não se atrasou. Momentos de braço quebrado, pé engessado. Momentos de sorvetes e pizzas, almoços, de chás e cafés, casa nova, vidas novas!
Foram tantas histórias em comum! Também quero pedir perdão. Porém quero culpá-los por terem me feito amar tanto cada um de vocês. Amigos que Deus os guarde e os livrem do mal, amém!
Por Leide Oliveira, dedicada à toda a turma de comunicação social 2007.1 e agregados.
27 de julho de 2011
São os teus cabelos menina,
Na busca por uma explicação, apelo para Lenine, são “dois olhos negros”. Olhos negros e firmes. Poderia falar dos abraços, que não apertam mas aconchegam. É a tolerância que já tivemos diante de tantas diferenças “Jesus Christ, take my life”. Não me permito esquecer das conversas, da amizade amadurecendo devagar, da confiança que não foi roubada mas conquistada. Mas se houvesse algo que pudesse realmente traduzir, seriam teus cabelos. Cabelos com cheiro de paz.
Por Juliana Carvalho
(presente de aniversário, presente de minha vida, presente em minha vida)
26 de junho de 2011
Carolina
Ela nunca conheceu alguém igual. Tanta doçura assim lhe causava até estranhamento, e a educação da menina era para ela um verdadeiro exemplo. Carolina tornou-se o melhor nome, o mais desejável, a convocação de momentos que a ela ia guardar pro resto da vida. E guardou. As maluquices da menina linda, suave, educada e doce são para ela a melhor lembrança de sua infância, de sua adolescência, da chegada da juventude e... Hoje é uma grande saudade. Passeiam por sua memória as aulas de jazz, dança latina e teatro. Os micos cometidos por pura amizade! Os almoços, os sábados, os domingos, as semanas e semanas compartilhadas e gastadas entre os estudos, as paqueras, as promessas, as confissões e aquele velho sonho de eternidade. Carolina ainda é o nome mais doce, e hoje ela sonha o reencontro com a alma que mais lhe tocou a vida toda.
9 de junho de 2011
Da sensibilidade à flor da pele
Paciência, coração!
4 de junho de 2011
Do que pode me salvar
Sabe, diz o ditado que Deus escreve certo por linhas tortas. Pura imbecilidade. Deus escreve certo por linhas CERTAS. Nós é que somos míopes e não enxergamos direito o que ele está escrevendo.
Não consigo entender por que fui conhecer as pessoas mais especiais de Imperatriz justamente quando eu estava já indo embora.
Explicando. Por exemplo, por que ele me deu a sua amizade para meses depois me trazer de volta. Por que se saudade dói, dói mais ainda a saudade de algo que não vivi.
Mas ler seu e-mail foi colocar um óculos para que eu pudesse finalmente entender o que Deus escreveu: através de pessoas como você Ele me lembrou que é fiel, que jamais vai me mandar para uma terra sem me amparar, que conhece o meu coração e que me ama.
Prís, pra mim, a sua amizade é muito preciosa, pois é um sinal nítido do amor de Deus comigo! (e você sabe que detesto espiritualizar as coisas, rs).
Amo você e daqui de longe saiba que está sempre perto e eu também, por que o que nos ligou é indissociável.
Anneca
De quando a gente sonha acordado
Então vem, meu menino! Senta aqui e me conta do seu dia com aquele brilho nos olhos que invade minha alma e me enche de paz. Sossega nos meus braços enquanto eu canto no seu ouvido canções de amor à Deus, enquanto a gente faz uma prece e pede um tempo a mais. Me fala dos seus sonhos, da vontade de crescer, do que te entristeceu, do que te fez sorrir, enquanto eu cheiro teus lindos cabelos negros, passeio as mãos entre eles e te faço dormir.
Venha, antes que eu acorde desse sonho e perceba que você não esta aqui, que você mudou, que você cresceu, que não está ao alcance de meus braços.
Do que não sai de mim
Sabe anjo meu, eu tenho essa saudade cortante, que de tão grande tornou-se palpável, e malvada, roubou seu lugar. Eu tenho esse desejo enorme de te reencontrar, falar como foi todo esse tempo em que estivemos distante, contar dos meus dias, das burradas que fiz por que não tinha você do lado, pra me dar aquele toque de sabedoria tão incomum a alguém da sua idade. Eu tenho esse abraço apertado esperando por seus braços, e a gente ia ficar assim, por horas, sem nenhum constrangimento por que isso nunca existiu entre a gente, e sabe, eu tenho esse amor crescente no peito, que parece não mais caber em mim, que parece clamar para chegar a você, por que é todo seu.
3 de junho de 2011
De costas para o mar
Das músicas que me fazem bem...Demorei pra pousar, tenta imaginar alguém que um dia deu um passo além do seu limite. Pra essa pedra rolar, vira a página, vai ver o bem que faz quando é você que se permite alcançar o que ninguém pode tocar daqui, se entregar e o dia vem pra nos deixar bem, pois estamos juntos! Cansei de rodar como eu não te vi, difícil acreditar que eu tô acordado! Me traz de volta, faz parte de mim e onde quer que eu vá vem sempre ao meu lado. Vou ficar de costas para o mar pra ver se ele me leva pra perto de você. Vou tentar pensar em ti e talvez perder o que me deixa tão longe de você...
Rodolfo Abrantes
3 de maio de 2011
Identifique-se
2 de janeiro de 2011
Alô 2011!
6 de novembro de 2010
Ela
Brinca com o sol, coleciona brisas e sabe voar
Ela é livre por que escolheu ser assim,
Decidiu tirar os pés do chão
Ela flutua, enquanto o mundo a observa dançar
O vento é seu grande amigo,
Soprou agora aos meus ouvidos que ela virá...
19 de agosto de 2010
Com quem se parece?
Um choro de fome
Um riso de sono
Umas mãos ansiosas
Uns pés nervosos
Parece com anjo,
Que sorri do vento.
Parece com sol,
Que irradia vida ao amanhecer.
Parece com lua,
Que ilumina as noites e embala o amor.
Parece com sonho, parece com ele, parece com ela,
Parece comigo, e tem um pouco também de você.
26 de maio de 2010
Eu gosto de você,
22 de maio de 2010
Eu pra você
23 de novembro de 2009
Por amar...



