15 de março de 2008

Amor perfeito!



"Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.

Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.

E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará..." I Co 13:1-8

Todos os dias ouvimos falar de amor... Declarações de apaixonados, cobranças de carentes, músicas, filmes... Todos têm a sua história de amor preferida, ou ainda, um sonho de amor , de como a sua história poderia ser diferente. Mas observando esse texto bíblico, somos levados a conhecer uma outra dimensão de amor, não esse que conhecemos e ate banalizamos, mas um amor perfeito.

Esse amor começa com renuncia, quando abro mão de algo importante pra mim por amor, por que me interesso pela felicidade de quem eu amo. Quando enxergamos na renuncia o ganho e não a perda, estamos manifestando o amor que abre espaço para que coisas maiores venham sobre nossas vidas.

As brigas costumam acontecer por falta de renuncia, Por que estamos sempre preocupados com nosso próprio beneficio, e isso é um comportamento egoísta. Amar só de falar é muito fácil, difícil é praticar essas três palavrinhas mágicas!

O grande problema é que estamos falando muito em amor, mas não sabemos amar de fato. É preciso entendermos que o amor tem seus inimigos, e eles são destrutíveis. O ciúme, que gera cegueira, sentimento de posse, prisão. A falta de perdão, as mágoas, decepções...

Muitas pessoas são reféns de marcas de traição, de decepções do passado, e por isso se tornam desconfiadas, preferem não arriscar com medo de sofrer tudo outra vez, vestem uma armadura contra o amor.

Mas somos capazes de viver sozinhos? Quem somos nós sem nossos amigos, familiares, enfim, sem aqueles que amamos, e que nos amam?

A leitura desse texto nos desafia a amar-nos uns aos outros sem temor, lembrando-nos que o verdadeiro amor lança fora todo o medo!

1 comentários:

Simplesmente Maria ... disse...

precisa dizer algo?
;)

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Metendo o bedelho onde foi chamado.